VITAMINA A
Dados históricos: a principal manifestação da carência de vitamina A, a cegueira noturna, já era conhecida dos egípcios há mais de 3 mil anos. Um estudo experimental relata que animais atingidos pela xeroftalmia (secura dos olhos e dificuldades de visão) tinham essa manifestação curada pela ingestão de gema de ovos, leite, manteiga e óleo de fígado de bacalhau.
Sinônimos: os retinóides são substâncias como o Retinol e seus derivados, que têm as propriedades biológicas da vitamina A, e que podem ser produzidos sinteticamente.
Dose diária recomendada: 1 mg ou 5.000 UI
Principais funções: importante para as funções da retina, principalmente para a visão noturna. Exerce ainda função no enrijecimento da pele e das mucosas, no reforço do sistema imunológico, na formação dos ossos, da pele, cabelos e unhas. Tem influência nas reações imunológicas.
A vitamina A tem função antioxidante, ela fixa-se aos chamados radicais-livres que se originam da oxidação de diversos elementos. Esses radicais-livres teriam um efeito nocivo para as células e são tidos como causadores de arterioesclerose, catarata, tumores, doenças da pele e doenças reumáticas.
Dados históricos: a principal manifestação da carência de vitamina A, a cegueira noturna, já era conhecida dos egípcios há mais de 3 mil anos. Um estudo experimental relata que animais atingidos pela xeroftalmia (secura dos olhos e dificuldades de visão) tinham essa manifestação curada pela ingestão de gema de ovos, leite, manteiga e óleo de fígado de bacalhau.
Sinônimos: os retinóides são substâncias como o Retinol e seus derivados, que têm as propriedades biológicas da vitamina A, e que podem ser produzidos sinteticamente.
Dose diária recomendada: 1 mg ou 5.000 UI
Principais funções: importante para as funções da retina, principalmente para a visão noturna. Exerce ainda função no enrijecimento da pele e das mucosas, no reforço do sistema imunológico, na formação dos ossos, da pele, cabelos e unhas. Tem influência nas reações imunológicas.
A vitamina A tem função antioxidante, ela fixa-se aos chamados radicais-livres que se originam da oxidação de diversos elementos. Esses radicais-livres teriam um efeito nocivo para as células e são tidos como causadores de arterioesclerose, catarata, tumores, doenças da pele e doenças reumáticas.
Principais fontes de vitamina A, conteúdo em cada 100 gramas de alimento:
- Fígado - 25 mg
- Fígado de galinha - 11 mg
- Fígado de gado - 8 mg
- Patê de fígado - 2 mg
- Cenouras -1 mg.
Nota - em 1 grama de fígado do urso polar encontram-se 12 mg (40.000 UI) de retinol.
Manifestações de carência:
Olhos amolecimento da córnea, olhos secos, com ulcerações e xerose da conjuntiva e córnea são as manifestações mais precoces. A cegueira noturna, a mais conhecida, é uma das primeiras manifestações de carência da Vitamina A. A dificuldade extrema de visão, inclusive a cegueira total são as manifestações mais graves da sua carência.
Sistema respiratório o epitélio das vias aéreas sofre alterações, a queratinização, o que propicia um aumento de infecções.
Pele a queratinização e a secura da pele levam à erupção de pápulas que envolvem os folículos sebáceos principalmente nas extremidades dos membros.
Sistema gênito-urinário a deficiência de vitamina A leva à formação de cálculos renais. Ocorrem ainda alterações na formação de espermatozóides, degeneração de testículos, abortos, anomalias e mortes fetais.
Sistema digestivo ocorrem alterações no epitélio intestinal.
Glândulas sudoríparas podem atrofiar e sofrer queratinização. As alterações do suor podem alterar os cheiros do corpo, para pior.
Sistema nervoso alterações do olfato, do paladar e da audição podem ocorrer.
Sangue pode haver diminuição na formação de glóbulos vermelhos.
Manifestações de carência:
Olhos amolecimento da córnea, olhos secos, com ulcerações e xerose da conjuntiva e córnea são as manifestações mais precoces. A cegueira noturna, a mais conhecida, é uma das primeiras manifestações de carência da Vitamina A. A dificuldade extrema de visão, inclusive a cegueira total são as manifestações mais graves da sua carência.
Sistema respiratório o epitélio das vias aéreas sofre alterações, a queratinização, o que propicia um aumento de infecções.
Pele a queratinização e a secura da pele levam à erupção de pápulas que envolvem os folículos sebáceos principalmente nas extremidades dos membros.
Sistema gênito-urinário a deficiência de vitamina A leva à formação de cálculos renais. Ocorrem ainda alterações na formação de espermatozóides, degeneração de testículos, abortos, anomalias e mortes fetais.
Sistema digestivo ocorrem alterações no epitélio intestinal.
Glândulas sudoríparas podem atrofiar e sofrer queratinização. As alterações do suor podem alterar os cheiros do corpo, para pior.
Sistema nervoso alterações do olfato, do paladar e da audição podem ocorrer.
Sangue pode haver diminuição na formação de glóbulos vermelhos.
Manifestações de excesso: O excesso de vitamina A, uma situação freqüente em pessoas que ingerem vitaminas deliberadamente, pode causar manifestações clinicas desagradáveis e até perigosas.
Pela ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãibras, lesões hepáticas e paradas do crescimento além de dores ósseas. No tratamento da acne com ácido retinóico deve-se tomar cuidados especiais.
Se você é uma pessoa normal, com alimentação normal, evite a suplementação de vitamina A. Se apresentar alguma manifestação sugestiva de carência dessa vitamina, sempre consulte o seu médico e peça orientação.
VITAMINA E
Histórico : Evans e Bischop, em 1922, ao observarem que ratas grávidas abortavam posteriormente na falta de um fator desconhecido, isolaram a vitamina e em 1936, verificou-se que se tratava de tocoferóis, num total de oito, sendo o alfatocoferol o mais importante.. Também foram observadas alterações nos testículos dos ratos carentes dessa substância, considerada
como sendo antiesterilidade, daí vitamina E.
Sinônimos: tocoferol. Em verdade são oito substâncias semelhantes reunidas sob o nome de tocoferóis.
Dose diária recomendada: 10 a 30 UI.
Em humanos a falta de vitamina E provoca alterações neurológicas como diminuição dos reflexos, diminuição da sensibilidade vibratória, da propriocepção e oftalmoplegia. As dificuldades visuais podem ser agravadas pela retinopatia pigmentar também provocada pela falta de vitamina E.
Os tocoferóis agem como antioxidantes, protegendo as células dos efeitos nocivos das substâncias tóxicas, principalmente dos radicais ácidos.
Atualmente, admite-se que protegem do câncer, da arteriosclerose, das inflamações articulares e das complicações do diabete, por bloquearem as modificações oxidativas das lipoproteínas de baixa densidade. É discutível se doses altas de Vitamina E exerçam algum benefício na prevenção de doenças cardiovasculares. Existem observações em que foram administrados 400 UI/dia de Vitamina E em pacientes portadores de doença isquêmica do coração.
Nesse grupo, a incidência de um infarto do miocárdio foi reduzida para a metade, mas a vida média essas pessoas não foi prolongada. Um outro estudo mostrou que, em pacientes submetidos à diálise renal, por serem portadores de insuficiência renal crônica, a incidência de mortes por doença do coração caiu para a metade do esperado quando lhes foi administrada a Vitamina E. Já num estudo realizado na Itália, na mesma situação clínica, não se verificou uma mudança significativa da incidência de doenças cardiovasculares ao lhe administrarem altas doses de Vitamina E. No entanto, o número de mortes por causas cardíacas foi significativamente menor.
Devemos salientar ainda que o efeito dos anti-radicais-livres é obtido principalmente na presença dos flavonóides.
Principais fontes: azeites vegetais, cereais e verduras frescas. O leite de mulher contém vitamina E suficiente para o filho em aleitamento ao peito, ao contrário do leite de vaca.
VITAMINA K
Histórico: em 1929, Dam observou que uma substância desconhecida combatia as perdas de sangue decorrentes da diminuição dos níveis de protrombina no sangue. Deu-lhe o nome de vitamina K (Koagulations Vitamine). Outros investigadores, observando pacientes ictéricos e pesquisando as causas da diminuição da coagulabilidade sangüínea, verificaram ser a diminuição de protrombina o fator responsável.
Sinônimos: Fitonadione (K1), menaquinonas ( K2) e a menadione (K3).
Principais funções: as vitaminas K1 e a K2 praticamente não têm atividade farmacodinâmica em pessoas normais. A vitamina K atua na produção de protrombina, fator importante na coagulação do sangue. Age, ainda, na prevenção de osteoporose em idosos e mulheres depois da menopausa.
Principais fontes: verduras e fígado.
Manifestações de carência: em adultos, é extremamente rara e pode ser a conseqüência de doenças em que exista má-função do fígado, má-absorção intestinal, alterações da flora intestinal (uso prolongado ou intensivo de antibióticos) ou desnutrição. A carência manifesta-se por tendência ao sangramento.
VITAMINA D
Histórico: Dois autores, Mellanby e Huldschinsky, verificaram que adicionando-se óleo de fígado de bacalhau à dieta ou expor as crianças ao sol, prevenia ou curava o raquitismo.
Sinônimos: Calciferol
Doses diárias recomendadas: 400 UI
Principais funções: a vitamina D age com um hormônio na regulação do cálcio dos ossos e sangue.
Principais fontes: fígado, óleos de peixes e gema de ovos. O organismo humano é capaz de sintetizar a vitamina D a partir do colesterol; por isso, poderia deixar de ser considerada uma vitamina, segundo a definição das mesmas. Nas regiões em que há pouca radiação solar, o corpo humano tem a necessidade de complementar as carências alimentares e/ou ambientais. Existem no mercado produtos lácteos "enriquecidos" de vitaminas D, o que num país ensolarado como o Brasil é dispensável (vide manifestações de excesso abaixo).
Manifestações de carência: a carência de vitamina D provoca, nas crianças, o raquitismo e nos adultos a osteomalácia (amolecimento dos ossos). Nos idosos leva à osteoporose.
Manifestações de excesso: doses exageradas de vitamina D provocam a hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) o que favorece o depósito de cálcio nos vasos (arteriosclerose) e ainda a eliminação aumentada de cálcio na urina o que por sua vez favorece a formação de cálculos urinários. Altos teores de cálcio no sangue alteram as funções do coração e dos nervos.
VITAMINA F
Sinônimos: Agrupa os ácidos graxos não saturados essenciais (não formados no organismo humano), como o ácido linoleico, o ácido oleico e o ácido linólico. Não são aminas e, por isso, deixaram de ser considerados como sendo vitaminas.
Principais funções: protetores cutâneos e interferem no crescimento do corpo humano. Os ácidos graxos essenciais são usados principalmente nos cosméticos de uso tópico e servem para deixar a pele macia por terem um efeito antiqueratinizante. São muito usados para tratar as peles secas, peles rachadas e envelhecidas.
Principais fontes: É encontrada principalmente no óleo de milho, de girassol, de soja, de caroço de uva, de germe de trigo, nos óleos de oliva e de peixes, e destes, principalmente, nos de água fria.
Manifestações de carência: alterações da pele e do crescimento corporal.
Pela ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãibras, lesões hepáticas e paradas do crescimento além de dores ósseas. No tratamento da acne com ácido retinóico deve-se tomar cuidados especiais.
Se você é uma pessoa normal, com alimentação normal, evite a suplementação de vitamina A. Se apresentar alguma manifestação sugestiva de carência dessa vitamina, sempre consulte o seu médico e peça orientação.
VITAMINA E
Histórico : Evans e Bischop, em 1922, ao observarem que ratas grávidas abortavam posteriormente na falta de um fator desconhecido, isolaram a vitamina e em 1936, verificou-se que se tratava de tocoferóis, num total de oito, sendo o alfatocoferol o mais importante.. Também foram observadas alterações nos testículos dos ratos carentes dessa substância, considerada
como sendo antiesterilidade, daí vitamina E.
Sinônimos: tocoferol. Em verdade são oito substâncias semelhantes reunidas sob o nome de tocoferóis.
Dose diária recomendada: 10 a 30 UI.
Em humanos a falta de vitamina E provoca alterações neurológicas como diminuição dos reflexos, diminuição da sensibilidade vibratória, da propriocepção e oftalmoplegia. As dificuldades visuais podem ser agravadas pela retinopatia pigmentar também provocada pela falta de vitamina E.
Os tocoferóis agem como antioxidantes, protegendo as células dos efeitos nocivos das substâncias tóxicas, principalmente dos radicais ácidos.
Atualmente, admite-se que protegem do câncer, da arteriosclerose, das inflamações articulares e das complicações do diabete, por bloquearem as modificações oxidativas das lipoproteínas de baixa densidade. É discutível se doses altas de Vitamina E exerçam algum benefício na prevenção de doenças cardiovasculares. Existem observações em que foram administrados 400 UI/dia de Vitamina E em pacientes portadores de doença isquêmica do coração.
Nesse grupo, a incidência de um infarto do miocárdio foi reduzida para a metade, mas a vida média essas pessoas não foi prolongada. Um outro estudo mostrou que, em pacientes submetidos à diálise renal, por serem portadores de insuficiência renal crônica, a incidência de mortes por doença do coração caiu para a metade do esperado quando lhes foi administrada a Vitamina E. Já num estudo realizado na Itália, na mesma situação clínica, não se verificou uma mudança significativa da incidência de doenças cardiovasculares ao lhe administrarem altas doses de Vitamina E. No entanto, o número de mortes por causas cardíacas foi significativamente menor.
Devemos salientar ainda que o efeito dos anti-radicais-livres é obtido principalmente na presença dos flavonóides.
Principais fontes: azeites vegetais, cereais e verduras frescas. O leite de mulher contém vitamina E suficiente para o filho em aleitamento ao peito, ao contrário do leite de vaca.
VITAMINA K
Histórico: em 1929, Dam observou que uma substância desconhecida combatia as perdas de sangue decorrentes da diminuição dos níveis de protrombina no sangue. Deu-lhe o nome de vitamina K (Koagulations Vitamine). Outros investigadores, observando pacientes ictéricos e pesquisando as causas da diminuição da coagulabilidade sangüínea, verificaram ser a diminuição de protrombina o fator responsável.
Sinônimos: Fitonadione (K1), menaquinonas ( K2) e a menadione (K3).
Principais funções: as vitaminas K1 e a K2 praticamente não têm atividade farmacodinâmica em pessoas normais. A vitamina K atua na produção de protrombina, fator importante na coagulação do sangue. Age, ainda, na prevenção de osteoporose em idosos e mulheres depois da menopausa.
Principais fontes: verduras e fígado.
Manifestações de carência: em adultos, é extremamente rara e pode ser a conseqüência de doenças em que exista má-função do fígado, má-absorção intestinal, alterações da flora intestinal (uso prolongado ou intensivo de antibióticos) ou desnutrição. A carência manifesta-se por tendência ao sangramento.
VITAMINA D
Histórico: Dois autores, Mellanby e Huldschinsky, verificaram que adicionando-se óleo de fígado de bacalhau à dieta ou expor as crianças ao sol, prevenia ou curava o raquitismo.
Sinônimos: Calciferol
Doses diárias recomendadas: 400 UI
Principais funções: a vitamina D age com um hormônio na regulação do cálcio dos ossos e sangue.
Principais fontes: fígado, óleos de peixes e gema de ovos. O organismo humano é capaz de sintetizar a vitamina D a partir do colesterol; por isso, poderia deixar de ser considerada uma vitamina, segundo a definição das mesmas. Nas regiões em que há pouca radiação solar, o corpo humano tem a necessidade de complementar as carências alimentares e/ou ambientais. Existem no mercado produtos lácteos "enriquecidos" de vitaminas D, o que num país ensolarado como o Brasil é dispensável (vide manifestações de excesso abaixo).
Manifestações de carência: a carência de vitamina D provoca, nas crianças, o raquitismo e nos adultos a osteomalácia (amolecimento dos ossos). Nos idosos leva à osteoporose.
Manifestações de excesso: doses exageradas de vitamina D provocam a hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) o que favorece o depósito de cálcio nos vasos (arteriosclerose) e ainda a eliminação aumentada de cálcio na urina o que por sua vez favorece a formação de cálculos urinários. Altos teores de cálcio no sangue alteram as funções do coração e dos nervos.
VITAMINA F
Sinônimos: Agrupa os ácidos graxos não saturados essenciais (não formados no organismo humano), como o ácido linoleico, o ácido oleico e o ácido linólico. Não são aminas e, por isso, deixaram de ser considerados como sendo vitaminas.
Principais funções: protetores cutâneos e interferem no crescimento do corpo humano. Os ácidos graxos essenciais são usados principalmente nos cosméticos de uso tópico e servem para deixar a pele macia por terem um efeito antiqueratinizante. São muito usados para tratar as peles secas, peles rachadas e envelhecidas.
Principais fontes: É encontrada principalmente no óleo de milho, de girassol, de soja, de caroço de uva, de germe de trigo, nos óleos de oliva e de peixes, e destes, principalmente, nos de água fria.
Manifestações de carência: alterações da pele e do crescimento corporal.
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